segunda-feira, 23 de junho de 2014

Parte 3 de filosofia:Sócrates

ele se volta para o mundo humano-espiritual,com finalidades práticas, morais.Sócrates e o fundador da ciência moral.Cético a respeito da cosmologia  e da metafísica,sua ciência possível era a da prática,mas dirigida pelos valores universais. para ele o saber está interiorizado firmado na famosa frase "conhece-te a ti mesmo" que em seu pensamento,significa precisamente consciência racional de si mesmo para organizar racionalmente a própria vida.
sócrates

segunda-feira, 16 de junho de 2014

parte 2 de filosofia:platão

Platão foi discípulo de Sócrates. Para Platão, a filosofia também tem um fim pratico, moral é a grande ciência que resolve os problemas da vida. Esse fim prático se realiza intelectualmente por meio da especulação e do conhecimento da ciência. Platão, diferentemente de Sócrates, estende tal indagação ao campo metafísico e cosmológico isto é toda a realidade.Com Platão estabelece-se a filosofia idealista.A influencia das doutrinas pitagóricas e eleáticas revela-se em suas colocações sobre a existência do mundo sensível e do inteligível.
platão

parte 1 de filosofia:A filosofia grega

história filosófica teve início a mais de dois mil e quinhentos anos. Foi na Grécia Antiga que esta ciência nasceu e ganhou suas primeiras dimensões.
Apesar de conviverem em cidades-nações diferentes e adversárias entre si, os gregos conse guiram dar origem a uma comunidade única em relação à língua, religião e cultura que impulsionou o grande salto da ciência na Idade Antiga.
A extraordinária capacidade intelectual grega foi a causadora do extraordinário progresso das diversas áreas do conhecimento, as artes, a literatura, a música e a própria filosofia.
Filosofia se esforça por conhecer de forma clara e racional a natureza, o ser humano e o universo que nos rodeia e a metamorfose que nelas acontecem.
A filosofia grega pode ser dividida em três etapas: período pré-socrático, socrático e helenístico.

  1. Período pré socrático: No período pré-socrático, a Filosofia foi empregada para elucidar a procedência do mundo e das coisas a sua volta, foi representado pela physis (natureza) que procurava compreender através da razão a origem e as mudanças que acometeram a natureza e o ser humano ao longo do tempo; destacou-se nesta fase o filósofo Tales de Mileto. 
  2. Período Socrático: Já o período socrático apontou para uma modificação a respeito do elemento de pesquisa da filosofia, que sai da metafísica e caminha em direção ao homem em si. Este período destacou-se pelo surgimento da democracia que concedeu o direito de paridade a todas as pessoas que vivessem nas polis - hoje cidades – concedendo-lhes inclusive a faculdade legal de tomar parte no governo e se necessário sugerir alguma mudança na educação grega já que as pessoas tinham precisão de saber falar e persuadiras demais. 
  3. Período Helenístico período helenístico surgiu após o declínio político das polis e o surgimento de um conjunto de disciplinas que, além de trabalhar com a natureza e o estudo das leis do raciocínio, procuravam também dar ênfase a felicidade e a ensinar as pessoas a encontrarem a maneira correta de direcionarem a própria vida.

Nestes períodos ocorreram vários atos por parte de alguns filósofos que mereceram grande destaque, tais como: a criação da filosofia humanista por Sócrates, a fundação da Academia de Atenas por Platão e a doutrinação da lógica e de muitos outros conhecimentos como a metafísica, a moral e a política por Aristóteles.
 

AVISO

agora em diante o blog não falara só sobre historia mas também sobre filosofia e biologia.

domingo, 8 de junho de 2014

A crise de 29

Os anos felizes dos EUA

No início do século XX, os Estados Unidos viviam o seu período de prosperidade e de pleno desenvolvimento, até que a partir de 1925, apesar de toda a euforia, a economia norte-americana começou a passa por sérias dificuldades. Podemos identificar dois motivos que acarretaram a crise: 
- O aumento da produção não acompanhou o aumento dos salários. Além de a mecanização ter gerado muito desemprego. 
- A recuperação dos países europeus, logo após a 1ª Guerra Mundial. Esses eram potenciais compradores dos Estados Unidos, porém reduziram isso drasticamente devido à recuperação de suas econômicas.
 

O início da crise
Diante da contínua produção, gerada pela euforia norte-americana, e a falta de consumidores, houve uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo após, perdiam suas terras. As indústrias foram forçadas a diminuir a sua produção e demitir funcionários, agravando mais ainda a crise. 
A crise naturalmente chegou ao mercado de ações. Os preços dos papéis na Bolsa de Nova York, um dos maiores centros capitalistas da época, despencaram, ocasionando o Crash (quebra). Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego.
fila de desempregados nos EUA

A crise afeta o Brasil
Abalados pela crise, os Estados Unidos reduziram a compra de produtos estrangeiros e suspenderam os empréstimos a outros países, ocasionando uma crise mundial. Um exemplo disso é o Brasil, que tinha os Estados Unidos como principal comprador de café. Com a crise, o preço do café despencou e houve uma superprodução, gerando milhares de desempregados no Brasil.
queima de café aqui no Brasil

Roosevelt salva os EUA
Para solucionar a crise, o eleito presidente Franklin Roosevelt, propôs mudar a política de intervenção americana. Se antes, o Estado não interferia na economia, deixando tudo agir conforme o mercado, agora passaria a intervir fortemente. O resultado disso foi a criação de grandes obras de infraestrutura, salário-desemprego e assistência aos trabalhadores, concessão de empréstimos, etc. Com isso, os Estados Unidos conseguiram retomar seu crescimento econômico, de forma gradual, tentando esquecer a crise que abalou o mundo.
Franklin Roosevelt


Revolução Mexicana





Causas da revolução
No México, os traços eminentemente agrários e excludentes de sua economia ganharam maior força durante a ditadura estabelecida por Porfírio Diaz. Governando o México de 1876 e 1911, o chamado “Porfiriato” teve como missão política maior preservar os privilégios da elite que abraçou o movimento de independência.
Nesse período, a sociedade mexicana era formada por maioria de analfabetos que somavam um total de 11 milhões de pessoas. Grande parte dessa massa desinformada e miserável era composta por indivíduos de origem indígena submetidos ao desmando legitimado dos grandes proprietários de terra. Nesse contexto, notaremos a formação de um movimento popular afastado dos grandes círculos de discussão ideológica e política, marcado por seu caráter popular e social.

O início da revolução
Nos primeiros anos do século XX, camponeses começaram a se mobilizar em torno de um projeto reivindicatório que defendia maior acesso às terras. Nos centros urbanos, a oposição ao status quo se manifestava na ocorrência de greves operárias e críticas de jornal. Todo esse processo de oposição chegou ao ápice quando Porfírio Diaz anunciou sua renúncia, em 1911. Logo em seguida, defendendo a ampliação de direitos políticos, Francisco Madero foi eleito com um amplo apoio de uma população seduzida por promessas de reforma social e fim da exclusão social.

Zapata sobe ao poder
As expectativas de uma população asfixiada por todo esse processo de segregação cercaram a posse do novo presidente mexicano. Os camponeses já se mobilizavam em torno de uma reforma agrária, ampliação dos direitos e liberdades, e a valorização do elemento indígena na sociedade mexicana. Sobre o lema “terra e liberdade”, os trabalhadores rurais foram liderados por Emiliano Zapata – caudilho da região sul – e Pancho Villa, camponês pobre da parte meridional.A administração de Madero, em pouco tempo, tornou-se sinônimo de frustração. A insatisfação camponesa se traduziu na intensificação das revoltas contra os latifúndios e ações de combate direto. Francisco Madero, fazendo jus à sua ação demasiadamente reformista, não apoiou a ação campesina e protegeu os grandes proprietários de terra. O potencial revolucionário logo alertou as potências industriais que, na época, adotavam ações intervencionistas no continente americano.

Pancho Villa

Emiliano Zapata







A revolução chega ao alge
O andamento da revolução mexicana se intensificou quando Madero foi assassinado a mando do comandante do Exército vitoriano Huerta. O militar tentou arrefecer a onda revolucionária através da criação de um regime ditatorial. No entanto, as ações dos camponeses liderados por Zapata e Villa forçaram a queda do governo Huerta, em 1914. Um novo governo constitucional foi estabelecido com a eleição de Venustiano Carranza.
A revolução mexicana tomava força enquanto as elites agrárias tentavam reorganizar o cenário político nacional. No ano de 1917, uma nova carta constitucional foi criada, legitimando o governo Carranza.

 O fim da revolução
Os revolucionários não apoiaram o novo presidente e se mantiveram em situação de luta. No entanto, a morte de Emiliano Zapata, em 1919, e de Pancho Villa, em 1923, causou o desmembramento da classe subalterna mexicana, dando fim ao processo revolucionário.

domingo, 1 de junho de 2014

a guerra civil norte americana

Recebeu o nome de Guerra Civil Americana o conflito que ocorreu nos Estados Unidos da América de 1861 a 1865 e colocou em lados opostos o sul e o norte daquele país.
No início da década de 1860 os EUA já eram uma nação de progresso notável, pronta para assumir um lugar de destaque no cenário economico e político mundial. Só que as questões internas "amarravam" de um certo modo essa decolagem do país para patamares mais altos. Este talvez seja um modo discreto de se referir ao sul do país, que tinha diferenças econômicas e sociais brutais em relação ao norte. Tais diferenças se explicam em grande parte pela forma inicial de colonização das duas regiões, sendo que no norte se praticou uma ocupação de permanência, onde os colonos tinham o objetivo de fazer das terras que ocupavam sua morada definitiva. Já no sul, o sistema colonial escolhido foi similar ao daquele empregado em Cuba ou no Brasil, com o predomínio das grandes propriedades dedicadas à monocultura (plantation), utilização da mão de obra escrava (que já naquela época havia sido extinta no norte) e extrema dependência de produtos industrializados importados.
Logo, com o avanço da segunda onda da Revolução Industrial  as restrições em relação à escravidão ficavam cada vez mais fortes, mas os grandes fazendeiros produtores do sul se recusavam a abrir mão de sua fonte de trabalho tão barata. A divisão norte/sul e estados escravocratas/estados livres ficava cada vez mais polarizada em todos os pontos da sociedade, indo desaguar no debate político: que caminho deveria os Estados Unidos seguir, o do sul escravocrata, ou o do norte cosmopolita e industrial? A questão só seria resolvida pelas armas.
Assim, as causas principais da eclosão da guerra foram a escravidão, os contrastes norte-sul, o exacerbado nacionalismo do sul à época, tarifas interestaduais, que encareciam os produtos industrializados do norte em detrimento dos produtos agrícolas do sul, as questões regionais, e o estopim definitivo da guerra: a eleição de Abraham Lincoln, republicano, declaradamente favorável à libertação dos escravos no sul.
bandeira confederada

Com Lincoln eleito, a Carolina do Sul é o primeiro estado a se separar, em 24 de dezembro de 1860. No ano seguinte, os outros estados de economia e filosofia politica similar iriam seguir seus passos, formando os Estados Confederados da América. O norte, sob o governo de Lincoln, permanece inerte, assistindo aos movimentos dos confederados, liderados por Jefferson Davis.
O conflito se inicia em 1861, com o ataque do sul ao Forte Sumter, provocando a reação da União (o que restara dos Estados Unidos).
Logo as disparidades se fazem claras, e o resultado da industrialização do norte prova-se eficaz na vitória na guerra. Equipados com os mais modernos armamentos, inclusive canhões de longo alcance e até mesmo os primeiros submarinos, o norte vai desde o início minando as forças confederadas, que, baseadas na cavalaria, acabam contando mesmo apenas com a bravura de seus combatentes, entre eles o famoso general Robert E. Lee, que mesmo em várias ocasiões de desvantagem, conseguiu importantes vitórias para o sul.
Em 1864, porém, já ficava evidente a vitória do norte, e o sul não conseguia vencer mais nenhuma batalha resistindo apenas mais um ano. Em 1865 Lincoln dá a tão sonhada liberdade aos escravos dos territórios liberados do sul, entrando para a historia dos EUA como líder corajoso e determinado num dos momentos mais difíceis da história daquele país. Ele no entanto, não viveria para colher os frutos de seus esforços, sendo assassinado dentro de um teatro, por um ator simpatizante da causa sulista.
Abraham Lincoln